quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Pela terceira vez na minha vida, estou cometendo o MESMO erro.
As pessoas envolvidas são diferentes, eu sou diferente, mas o erro  é absolutamente o mesmo!

Das duas vezes anteriores eu me dei mal. Muito mas muito mal mesmo.
Então por que raios estou fazendo isso de novo??? 
Pior do que cometer um erro repetidamente é estar consciente dele e não parar. Eu simplesmente não consigo parar. 
O máximo que estou conseguindo é não comentar isso com ninguém (ou quase ninguém) e caminhar devagar, sobre ovos, um passo de cada vez.

Preciso parar, esquecer essa história, antes que outro relacionamento exploda sobre a minha cabeça, antes que minha carreira seja prejudicada, antes que as pessoas percebam!

Mas como faz pra saltar de um trem em movimento? 


terça-feira, 4 de junho de 2013

Simplesmente sensacional!

Assistam a esse vídeo.
É uma apresentação de dança genial, emocionante, admirável, perfeita!


domingo, 2 de junho de 2013

A vida é engraçada demais!

Tem tempos em que a gente simplesmente esquece que o mundo dá voltas...

Hoje, numa manhã chuvosa de domingo, saí para trabalhar pouco antes do sol nascer.
Entrei na clínica, ainda sonolenta e... dei de cara com um homem que eu nunca tinha visto. Tímido, carinha de nerd, do jeitinho que eu gosto.
Peguei meu capuccino, loguei meu computador e... puxei conversa.

Que cara interessante!
Que sotaque interiorano mais fofo!

Infelizmente, justo hoje, me colocaram pra trabalhar numa sala mais afastada. Tive que deslogar, dizer até logo e fui ver meus pacientes.

Na hora de ir embora, voltei lá na sala central pra pegar meus impressos.
Ele deu um leve sorriso quando me viu.
Enrolei com minha confusão de papéis, pensando no quanto eu gostaria que ele me chamasse pra almoçar (ou no quanto eu gostaria de ter coragem para convidá-lo).

Quando tomei um pinguindo de coragem e ia puxar assunto de novo, entrou uma auxiliar de enfermagem e ficou lá plantada, se intrometendo no nosso momento de possível conexão.

Acabei desistindo.
Falei um tchau bem sem graça e saí sorrindo.

Desde então, não consigo evitar o sorriso quando lembro dele.

Pode ser que ele seja casado...
Ou um maluco pedófilo...
Ou gay...
Ou um serial killer...

Mas, por hoje, isso não tem importância! Porque ele me fez sorrir.
E vou esperar ansiosamente pela próxima vez que nos encontrarmos.
Considerando que faz 2 meses que trabalhamos no mesmo lugar mas nunca nos vimos, isso talvez demore um pouco pra acontecer de novo.

Quem sabe o destino não dá um empurrãzinho...


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Sobre a solteirice e outros devaneios

Já contei aqui que comecei a fazer terapia finalmente?
Pois é...
Na mesma semana que me separei, achei melhor começar a me tratar antes que me matasse de vez.

Faz quase 2 meses... (só!)

Pois é...
 
Acabei de decidir parar de fazer terapia.

Eu nem tenho dinheiro e nem necessidade suficientes que me mantenham nesse "tratamento".

Tenho me sentido muito bem ultimamente.
Mesmo detestando fazer residência. Mesmo exausta de tanto trabalhar.
Dadas as devidas condições, estou legal!

Talvez eu esteja bem justamente porque estou em terapia. Sim! Já pensei nisso!
Mas, quando chequei minha conta no banco, vi que não tinha nada a ver. 
Quer dizer, não faz a menor diferença se estou bem por causa da terapia. Simplesmente porque não tenho dinheiro para pagá-la mês que vem. Então... deixa quieto!

Estou bem porque estou bem e vou continuar ótima!


Mudando de assunto...
Andei pensando sobre essa tal solteirice.
Alguém me perguntou esses dias: "vc já chegou naquela fase em que está decidida a ficar solteira por um tempo? curtindo a vida sem ninguém pra dizer o que ou como fazer?"

Bom... curtindo a vida eu realmente estou.
Já era hora!
Mas "decidir ficar solteira" não é algo que eu ache válido nem sequer de ser considerado.
Não acho que as pessoas decidam isso aos 30 anos.

Porque simplesmente não há nada a ser decidido.

Eu quero sim ficar solteira no momento.
Mas, se por acaso aparecer uma pessoa que me desperte, que me complete... Posso deixar de ficar solteira no mesmo minuto, querendo ou não.
E se não aparecer, posso continuar solteiríssima e feliz!
Não é algo de que se tem controle.
E não é algo que eu queira controlar.

Tenho muito claro pra mim o que quero da vida agora e que tipo de pessoa quero do meu lado.
Tenho muito claro também que não dá pra saber "de que tipo" é cada pessoa assim de repente.
E por isso estou disposta a conhecer, me encantar, me enroscar... antes de julgar ou sonhar.

Recebi alguns convites pra sair.
E fiquei impressionada com a forma como lidei com eles.
Antes, quando me chamavam pra sair, eu ficava ansiosa, já começava a pensar o que será que o cara quer de mim (se só quer me comer ou se está disposto a me conhecer), sonhava em como seria, ficava nervosa em pensar na situação (acho que pelo medo).

Agora, simplesmente acho legal.
- Vamos sair?
- Vamos!

E vou.
Não penso no que ele vai querer, não penso no que vai ser.
Simplesmente vou pra me divertir.
Sabendo o que EU quero, o resto fica mais fácil.

E o que eu realmente quero é simplesmente ser feliz!




Sobre a vinda de médicos estrangeiros sem revalidação de diploma.



quarta-feira, 8 de maio de 2013

Sobre a nova palhaçada do nosso governo

Acabo de tomar um susto enorme lendo, no Facebook, pessoas inteligentes, com mente aberta e politizadas defendendo a vinda de médicos estrangeiros para o país SEM prova, sem nada que garanta que eles tenham mínima capacidade de atuar no país.

Eu não sou contra médicos cubanos, bolivianos, americanos, ou de qualquer outra nacionalidade, virem trabalhar no Brasil.

Eu sou contra médicos sem conhecimento mínimo das doenças infecciosas locais ou sem preparo prático comprovado atuarem onde quer que seja.

Quer trabalhar no interior do Brasil?
Ótimo! Seja bem-vindo!
Faça a prova de revalidação de diploma e seja feliz!
(A discussão se a prova é adequada ou não é outra e seria infinitamente mais pertinente do que a atual sobre os cubanos)

Sabe o que vai acontecer com os médicos estrangeiros que vierem por esse novo "programa" da nossa querida presidenta?
Eles vão ficar 2 anos no interior (se forem obrigados a tal) e depois vão se mudar para as grandes capitais, aumentando a superlotação médica que já há em boa parte dessas cidades.
Sabe por quê?
Porque ninguém, absolutamente nenhum médico que tenha um mínimo de estômago e coração, suportaria trabalhar por muito tempo numa região inóspita, sem condições mínimas de atendimento, sem um hospital de referência perto, sem um carrinho de parada, sem uma equipe treinada, sem gazes ou ataduras.
Ninguém suportaria dedicar sua vida a ver pessoas morrerem em suas mãos, sabendo como salvá-las mas impedidos de tal feito por falta de medicações básicas.

A questão não é apenas o fato das cidades do interior serem pequenas, sem estruturas básicas de educação para suas crianças, saneamento e, por que não dizer, lazer.
A questão é ser médico no sertão unicamente pra assinar atestados de óbito e confortar os familiares daqueles que partiram.


domingo, 5 de maio de 2013

Passada a tempestade...

Entrei numa fase completamente diferente que nunca achei que ia atingir na vida: estou curtindo a solteirice.
Curtindo muito!

Não me entenda mal.
Não estou saindo por aí, pegando todos e todas.
Aliás, não vislumbro num futuro próximo nem sequer beijos na boca.
Estou curtindo o "celibato" juntamente com a solteirice.

O mais legal de ser solteira, nesse momento, está sendo a liberdade.
Liberdade para sonhar e planejar.

No meu período de solteira passado, eu planejei fazer residência de pediatria, estudar francês e inglês e ir trabalhar no Médicos Sem Fronteiras.
Quando me "casei" desisti disso tudo. 
No lugar, pensava em construir uma família, ter filhos e me dedicar ao cuidado deles. Acabei indo fazer residência de Radiologia, planejando trabalhar menos e ter melhor qualidade de vida.

Não acho que tenha sido um erro.
Na época, fazia sentido pra mim. E teria sido uma boa vida se tivesse dado certo.
Mas claramente escolhi a pessoa errada pra caminhar ao meu lado.
Tudo bem.
Passou.

E agora, fazendo novos planos, estou pensando seriamente em me mudar para a Austrália.
Na verdade, estou pensando em vários projetos, mas o que mais me atrai agora é esse.
Depois que eu terminar a residência, quero morar 6 meses na Austrália, estudar inglês, prestar o IELTS e, quem sabe, me mudar definitivamente pra lá pra seguir a carreira de ultrassonografista.

Parece um bom plano, não?

Entre meus outros planos (menos prováveis, mas igualmente viáveis) está:
- depois dos 6 meses na Austrália, ficar 6 meses no Brasil juntando dinheiro e ir morar outro 6 meses na França. A partir daí, posso seguir esse plano de 6 meses em cada país pra aprender diversas línguas. Até eu ficar cansada e escolher algum lugar para me estabelecer
- mudar pra Natal - morar à beira mar, numa cidade menor, menos estresse, ganhando menos mas também gastando menos, viajando em todos os feriados para conhecer o nordeste por completo e indo para o exterior a cada 6 meses (para passar apenas 1 semana ou 2)
- mudar para Fernando de Noronha - esse plano é difícil porque na ilha só deve ter 1 ou 2 radiologistas, mas nada que bons contatos não possam me ajudar

Ainda faltam 2 anos pra terminar a residência.
Até lá, muita coisa pode acontecer.
Mas, enquanto nenhuma colisão me tirar dessa órbita, planejarei, sonharei e mudarei de ideia quantas vezes eu quiser.
Simplesmente porque sou LIVRE!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

terça-feira, 9 de abril de 2013

3kg em 10 dias... Nada tão dietético quanto sofrer por amor!

sábado, 6 de abril de 2013

Acabei de ler um texto que achei bem interessante e gostaria de compartilhá-lo aqui.
É do site http://www.casalsemvergonha.com.br.
Escrito pela jornalista Vana Medeiros, que tem outros ótimos textos no mesmo site.


Conselho aos desesperados por um par: Continuem Sozinhos 

 A vida é realmente muito melhor com companhia. Mas, aqui vem a regra de ouro – tem que ser com a companhia certa. O mundo está cheio de gente desesperada para namorar, casar, noivar, ou para conseguir um cobertor de orelha qualquer que o aqueça neste inverno. E está cheio de gente frustrada, reclamando aos quatro ventos que não serve para essa coisa de relacionamentos.

Bem se vê que não serve mesmo, já que saiu por aí escolhendo qualquer um. Aí vai uma dica. A modernidade trouxe um montão de coisas bacanas para gente. Eu não saio de casa sem meu celular, consigo encontrar qualquer endereço fazendo uso de um GPS, e falo com amigos em outro continente sem pagar nada em ligações pela internet. Mas eu diria que, no mundo dos relacionamentos, o grande avanço da modernidade foi a tal da ficada.

Quando eu tinha lá pelos 12 anos, surgiu essa coisa nova chamada Ficar. Pais tremiam na base, professores não sabiam o que era direito e, na dúvida, era melhor não incentivar. Mas que grande ganho para a humanidade! A partir daquele momento, o namoro não era mais o momento em que você conhecia uma pessoa para ver se ela servia ou não. Até porque, apresentar para os pais, os amigos, para os contatos do Facebook, sem nem saber direito se a pessoa vale a pena ou não? Hoje parece estranho, mas era o normal da época em que namoro era dar as mãos no sofá com a supervisão do pai na sala de estar da casa dela.

Agora, a vida não é mais tão complicada assim. Na maioria das vezes, a palavra namoro só aparece tempos depois do primeiro beijo. Por isso que eu não entendo quanta gente abre seu coração, entrega a vida, namora e faz planos, com quem não merece. E pior: com quem é descaradamente a pessoa errada para o indivíduo confuso em questão. Todo mundo aqui já passou pela situação de conhecer o namorado/namorada do amigo e pensar na hora: Mas como esses dois foram achar que combinam? Pois é culpa daquele velho desespero.

Na nossa sociedade, aquela mesma que promoveu o Ficar lá atrás, ser sozinho é sinônimo de ser fracassado. Chega aquele churrasco de comemoração de dez anos do seu colegial. Imagine a cena: todos os seus amigos casados, metade deles com filhos, carreiras brilhantes, tudo definido e você sozinho? Soa mal, soa bem mal. Mas não tem que ser assim. Afinal de contas, sua vida é pra você, e, como diziam nossas mães, ninguém paga suas contas.

Portanto, aqui vai minha grande sugestão para os corações solitários à busca de um amor. Continue sozinho. Tire um ano sabático de sua vida amorosa. Continue solitário assim até achar alguém que mereça fazer com que você desista disso. A vida de solteiro tem suas vantagens, e a maior de todas é que o mundo todo está aberto em uma grande possibilidade bem diante dos seus olhos. Tem algo de mágico em imaginar que a próxima esquina pode ser o lugar onde você vai conhecer a mulher ou o homem dos seus sonhos, e viver aquela grande aventura com que todo mundo, lá no fundo, fantasia. Só não saia distribuindo passagens por aí e depois reclame que a viagem não foi grande coisa. O meu mundo não é lotação, é área VIP.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

"O que não enfrentamos em nós mesmos encontraremos como destino." 
Carl Gustav Jung

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Nova Iorque



Começando a descrever sobre minhas viagens, resolvi criar um padrão de perguntas e respostas sobre cada destino pra facilitar.

Um dos meus destinos favoritos: New York!!!

Com quem?
Fui sozinha e não me arrependo! Mas se estivesse acompanhada aproveitaria também.
Foi bom ir sozinha porque escolhi tudo ao meu bel-prazer. Teve uma manhã em particular, por exemplo, que fiquei na cama dormindo até 11h. Absurdo? Talvez... Mas eu tinha andado tanto no dia anterior, tinha voltado pro hotel de madrugada e estava com tanta dor na perna que não seria possível aproveitar bem o dia daquele jeito. Perdi umas horinhas de manhã mas à tarde aproveitei muuuuito!
O ruim de ir sozinha é ter que pedir ajuda na hora em que você quer aparecer nas fotos! Hehehe

Em que época?
Fui em final de maio/começo de junho de 2009.
O clima nessa época é perfeito. Não estava frio nem calor!
Peguei o feriado do Memorial day lá. Isso foi bem interessante porque havia algumas comemorações e eventos especiais.

Hospedagem?
Fiquei no Hampton Inn.
Não me hospedaria novamente lá. É bem localizado, o quarto é ótimo, mas o hotel é caro e não tem nada demais.
O café da manhã é fraco e meio muvucado.
Alguns amigos foram depois de mim e ficaram em hotéis bem mais em conta, bem perto do meu e com hospedagem tão boa quanto.
Sugiro procurar nos sites de hotéis (tipo Decolar.com, Hoteis.com, TripAdvisor...) e ler (sempre com cuidado!) os comentários.
O mais importante para escolher a hospedagem em Nova Iorque é a localização. Se você vai pela primeira vez, pegue um hotel próximo da Times Square ou do Central Park (se vc preferir ficar mais perto do parque).
Li alguns sites que sugeriam a hospedagem mais barata em bairros mais afastados (tipo Brooklin), mas eu não recomendo. Você acaba perdendo tempo com locomoção, se cansa mais e não aproveita tão bem o que Manhattan tem pra oferecer (que obviamente são infinitas coisas).
Não acho que café da manhã incluso na diária seja essencial para NY. Eu, particularmente, gosto de hotéis que me ofereçam esse conforto. Mas nessa cidade em especial me arrependi de ter pago a mais por isso. Há zilhões de lugares deliciosos próximos a qualquer lugar  nessa cidade. Sem contar as lojas tipo “Jack 99” que, entre outras coisas, vende “guloseimas” para um ótimo e barato café da manhã.

O que mais gostou?
Difícil dizer... Amei tantas coisas... Tentando enumerar as principais:
- passear de madrugada na Times Square
- loja Jack’s 99 (comprei um monte de utensílios super úteis que simplesmente não existem no Brasil ou por aqui são de péssima qualidade)

- Missa Gospel na Times Square Church num domingo de manhã - não sou uma pessoa religiosa (No way!) mas me sugeriram conhecer e fui. Simplesmente AMEI!!! Tem um coral que é um verdadeiro show! Os caras cantam muito!! Você fica contagiado com toda aquela energia. Vale muito a pena. (Dica: não cometa o mesmo erro que eu de entrar e tentar ficar em pé porque eles vão acabar te colocando pra fora. No início várias pessoas ficam em pé no fundo e aos poucos os funcionários vão indicando lugar pra sentar (é bem cheio!). Se te oferecerem um lugar, sente porque em breve eles vão colocar todos que estão de pé para fora e vão abrir uma sala onde você pode assistir a missa pela televisão. Mas não é a mesma coisa!)

- Central Park - só fui um dia e me arrependo de não ter aproveitado mais.

- Passeio de helicóptero. É caro mas vale a pena fazer uma vez.

- Ver o pôr do sol de cima do Rockefeller center - cheguei um pouco antes do sol se pôr e fiquei até a noite cair pesada. É lindo ver as luzes se acendendo aos poucos, a Times Square fervendo lá de cima... Lindo!

- Lojinha do MoMA - tem cada coisa fantástica!!! Vale a pena nem que seja para olhar e desejar aquelas coisas. Só cuidado com seu bolso!

- Poder tirar fotos dentro dos museus

- Assistir “OVO” no Cirque de Soleil. Desculpe, isso você não vai mais poder fazer porque já saiu de cartaz em NY. Mas foi uma experiência indescritível. Assistir a um espetáculo da Débora Colker, vendo os americanos e estrangeiros de todo mundo curtindo um samba, rindo das piadas que só brasileiro entende... não teve preço!

O que menos gostou?
- Visitar o Empire State - pior experiência da viagem, de longe! A vista é linda, sem dúvida! Mas não é muito melhor do que do Rockefeller Center. Não vale a pena de jeito nenhum passar horas nas filas (quando você acha que acabou, eles te levam pra mais uma gigante e outra e outra), no meio de uma multidão aglomerada pra tentar um cantinho pra ver a paisagem. Gostei infinitamente mais do Rockefeller (mesmo porque de lá pude ver a beleza do Empire State).

- Visitar muitos museus. Sou uma pessoa que gosta de museus. Mas visitar uma cidade como NY e ficar enfiada o dia todo em museu não dá. Achei o Metropolitan maravilhoso, mas muuuuito grande e o mapa era super confuso. Perdi um dia todo lá e me arrependo.

- Museu de cera - Madame Tussaud’s - tem gente que adora ficar tirando foto com as réplicas de cera de personalidades. Eu só fui porque estava incluso no meu passeio para Washington, mas não gostei. Não tem a menor graça.

O que fez de “diferente”?
- visitei uns navios de guerra que na época estavam atracados no porto (muito legal!)
- tour de um dia para Washington D.C.
- missa gospel (comentada acima)
- visita guiada pelo Bank of America (marquei pelo site) - achei bem interessante porque adoro moedas, mas não é todo tipo de pessoa que gostaria

O que não faria novamente?
- Não perderia meu tempo no Empire State
- Não iria novamente para Washington (uma vez é suficiente)
- Não faria o passeio de barco para dar volta inteira na ilha. O passeio de barco é legal mas a metade da ilha depois da estátua não tem muito o que ver. Eu faria o passeio de meia volta.


Dicas:
- Quando for pela primeira vez:
- Hospede-se próximo à Times Square - é onde tem a maior parte das lojas, praças, shows, eventos...
- Faça city tours - dá pra conhecer bastante da cidade de forma confortável pra poder decidir depois o que quer conhecer melhor. A arquitetura da cidade é linda e vc só consegue ver mesmo fazendo um desses passeios.

- Vale sempre:
- Prepare-se para comprar - leve pouca roupa e compre muita lá. É barato e de boa qualidade.

Consulte:

sábado, 30 de junho de 2012

Ai... ai...

As coisais não andam bem...

Elas já estiveram piores há algumas semanas atrás, mas não estão bem de novo.

Não gosto de fazer residência. Eu já sabia que não ia gostar.
Ter que ficar a mercê de egos, ser mandada o tempo todo, explorada, ganhar pouco... Complicado!
Não gosto de me sentir presa e é exatamente assim que me sinto na residência... assim como me sentia no internato...
Nada que não dê pra suportar por uma carreira melhor. Mas é chato, cansativo e eu estou contanto os segundos pra acabar (ainda faltam 2 anos e meio e talvez mais um de especialização - infinitos segundos!).

Tinha perdido meu trabalho no shopping. Eles pagam mal, mas sem essa graninha fica impossível me manter!
Agora consegui outro. Mas não é mesma coisa.
Ao invés das super enfermeiras que tinha no outro, nesse tenho técnicas antas, que tem o rei na barriga. Elas não sabem conduzir os casos, não medem pressão direito, me chamam a cada 5 minutos por bobeira. Mas... se acham inteligentíssimas, querem dar pitaco na minha conduta, ficam interferindo no atendimento. Um absurdo!!

Minha casa a cada mês dá um problema. É elétrico, é cano furado, é computador pifado, é chuveiro quebrado...
Mais gastos e mais encheção de saco...

Meu carro... o desastre!
Ele sempre me deu muito problema, desde que o comprei, ZERO! Ford Fiesta de merda!
Aí, resolvi vendê-lo esse ano. Levei pra funilaria, pra deixar bonitinho. O cara demorou pra fazer o serviço e, no dia em que fui pegá-lo, saiu a queda do IPI. Ou seja, o valor de todos os carros, principalmente os usados, caiu muito!
Fui tentar vender e me ofereceram cerca de 10.000,00 a menos do que a tabela FIPE. Um assalto!
Resolvi esperar passar algumas semanas, pra passar a especulação...
Aí... o carro resolveu voltar a dar problema!
Como vou vender um carro com problema elétrico evidente?
Vou tentar vender o mais rápido possível e rezar pra que ele sobreviva algum tempo ainda...

Quanto ao marido...
Bem...
Relações são sempre complicadas, né?!
Eu me considero uma boa esposa (apesar de ser muito reclamona). Acho que sou cuidadosa, tento evitar de encher o saco dele, não sou muito ciumenta, gosto que ele saia com os amigos, que jogue bola, tento ajudá-lo nos estudos, incentivo muito seus sonhos... Mas tudo exige muita energia... e eu não sei se tenho toda essa energia.
Enquanto ele estava seguindo seu caminho reto, até que eu estava levando numa boa.
Nossos bons momentos são muitos e realmente muito bons!
Mas agora parece que ele entrou numa fase de estresse muito incontrolável. Parece que ele não consegue lidar consigo mesmo e isso transborda...
Sei lá.
Ultimamente ele tem estado meio grosso, irritadiço. Me dá umas patadas sem noção. Parece frontalizado, sabe?! Bem isso mesmo...
Sei o quanto deve ser difícil pra ele estar fazendo cursinho nessa idade, a preocupação se vai conseguir passar ou não ou quanto tempo vai demorar pra conseguir, a quantidade de estudo que está sempre atrasada, a convivência com moleques de 18 anos, a convivência com meninas de 18 anos... a falta do futebol, a falta de tempo, a falta de grana...
Mas meu, na boa, eu já tenho minhas angústias, meus problemas. Já aguento um dia-a-dia maçante que detesto, trabalho no mínimo 11 horas por dia, 6 dias por semana (isso quando não tenho que dar plantões da residência), tenho que cuidar da casa (porque se descuido 1 semana, esperando que ele vai ajudar a limpar, vira um chiqueiro), tenho que aguentar o estresse dele, o mau humor e o cansaço naturais dessa fase de cursinho e ainda fico levando patadas diariamente? Assim fica difícil, né?!

Estou cansada!
Mas não tem nada que eu posa fazer nesse momento...
Apenas sobreviver e esperar o tempo passar.
Já que foram essas as escolhas que fiz pra minha vida, achando que no futuro valerá a pena, então tenho que suportar.


sábado, 24 de março de 2012

Depois da tempestade...

Acho que valeu a pena a crise dos últimos dias.
E o desabafo.

Tô me sentindo bem melhor.
Mais desencanada
Com esperanças.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Aconteceu...

Estava navegando por aí quando encontrei esse vídeo:


É sobre um experimento realizado e estudado inicialmente por Mary Ainsworth, criando a teoria do Apego.

Depois que assisti a esse e outros vídeos relacionados, comecei a pensar na minha família. Há um tipo de "mistério" que nos ronda, algo para o qual nunca encontrei uma explicação viável, até hoje.

Eu nasci 1 ano depois de meu irmão. Minha irmã nasceu 6 anos depois de mim.
Eu e meu irmão sempre fomos estranhos, um pouco arredios com as pessoas, introspectivos, tímidos e talvez com uma tendência à depressão.
Cada um do seu jeito, claro! Eu mais ligada a intelectualidade (estudava mais, gostava de artes), ele mais ao mundo virtual (sempre detestou estudar, vivia no computador). Mas a base era a mesma.
Já minha irmã sempre foi extrovertida, alegre, social. Ela se dá bem com todo mundo, é mais equilibrada, gosta de tudo um pouco e é mais... feliz.

Sempre tentei explicar as diferenças com a genética. Mas conhecendo minimamente dessa área, sabe-se que o genótipo por si só faz muito pouco. O meio interfere na sua manifestação. O fenótipo é extremamente importante!
Aí, pensava: mas somos da mesma família, com os mesmos pais, como podemos (eu e meu irmão) ter saído tão diferentes da minha irmã?

Assistindo aos vídeos, comecei a lembrar da minha infância e das diferenças.
Fomos criados pelos mesmos pais, mas em épocas totalmente diferentes. No primeiro ano do meu irmão, havia o estresse da gravidez. No meu, havia o estresse de 2 filhos pequenos ao mesmo tempo.

Meu pai estudava e trabalhava. Só ficava em casa das 23h30 às 5h30 - ou seja, só dormia. Minha mãe nunca gostou de ficar em casa. Meu pai não a deixava trabalhar então ela saia o dia inteiro pra academias, shoppings, casas de amigas. E nós ficávamos com uma babá/empregada. Sempre foi assim, durante toda nossa infância.

Mas há uma diferença crucial do meu nascimento para o da minha irmã: a babá/empregada. Eu e meu irmão tivemos várias. Não me lembro direito de nenhuma. Nunca tive uma ligação com nenhuma.
Minha irmã, porém, conhece apenas uma e a ama profundamente até hoje. Já faz mais de 10 anos que ela não trabalha mais lá em casa, mas viveu lá do nascimento da minha irmã até sua adolescência. E as duas se falam até hoje.
Apego.
Faz todo sentido pra mim.
Talvez foi essa relação com a babá que permitiu a minha irmã se desenvolver melhor afetiva e socialmente, talvez isso que a deu segurança.
Talvez...